2 de jan de 2011

02/01/2011 – Puerto Varas

Hoje o dia amanheceucom muita chuva, mas continuamos mantendo o nosso planejamento inicial de dar a volta no lago Lhanquihue. O trajeto tem cerca de 100 Km e passa por umas cidadezinhas menores. A única coisa que alteramos foi o sentido da rota. Íamos fazê-la no sentido anti-horário, passando primeiro pelo vulcão, mas resolvamos inverter na esperança que o dia melhorasse a tarde e pudéssemos enxergar alguma coisa. Passamos primeiro em Frutillar. Uma cidadezinha pequeninha, mas bem arrumadinha. A descendência germânica aqui é bem ressaltada no estilo das casas. Diversas vezes comentamos que pareciam as casas de Blumenau. As fotos não ficaram muito boas, pois realmente o dia não colaborou. Em seguida, fomos a Puerto Octay, onde ficava localizado o restaurante que escolhemos para almoçar seguindo novamente as dicas do nosso amigo chileno. Rancho Espantapajaros ou espantalho em português.

Vamos dar uma "mãozinha" pro espantalho!

Muito legal o lugar, parecia uma fazenda, cercada por animais como lhamas, ovelhas, javalis e outros. Chegamos um pouquinho antes de abrir, mas os donos nos recepcionaram com muita simpatia. O fato de o Diego ter falado que tínhamos vindo do Brasil com recomendações para comer lá também colaborou. A primeira frase da dona foi: “oh, este é o carro dos meus sonhos, pena que não tem no Chile....” Hehehhee, esse era um baita pra viajar né Keyla.... O esquema do restaurante é bem legal. Você paga 12.000 pesos chilenos e tem comida e bebida à vontade, inclusive vinho, cerveja ou o que quiser. O prato típico é o javali.

Dá pra sentir o cheirinho?

Seu Sigfried, alemão de origem, chegou no Chile com 10 anos de idade e se fixou naquela região. O velhinho simpatizou com a gente e nos trazia tudo que era de melhor no restaurante. Disse que gostou da gente porque falávamos espanhol muito bem... HAHAHHAHA. Nem preciso dizer que saímos de lá rolando de tanto comer. Isso sem contar com as sobremesas... Definitivamente, é um lugar imperdível!!! Vale muito a pena conhecer.

Seu Sigfried - muy amable!

Após o super almoço, continuamos nosso trajeto. Subimos até o pé do vulcão, mas não vimos muita coisa. O dia não melhorou... Resolvemos voltar para o hotel, para descansar um pouquinho, pois a comilança afetou um pouco os ânimos... À noite, demos umas voltinha pelo centrinho e sentamos um pouco na praça. Fim de mais um dia.

Vulcão Osorno

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